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Cadeia de Águas Lindas, em Goiás, recebe visita do Grupo de Monitoramento, Acompanhamento e Aperfeiçoamento do Sistema Carcerário do Estado
Nesta sexta-feira, dia 26 de fevereiro, os presos da Cadeia de Águas Lindas receberam a visita de Representantes do Grupo Permanente de Monitoramento, Acompanhamento e Aperfeiçoamento do Sistema Carcerário do Estado de Goiás. O Conselho da Comunidade também foi convidado para participar neste grupo de monitoramento
Os presos de Águas Lindas fizeram greve de fome estes dias em razão da superlotação. A cadeia tem capacidade para 50 presos, mas a população carcerária atual é três vezes maior. (Fotos: Petra Pfaller)
Representantes do Grupo Permanente de Monitoramento, Acompanhamento e Aperfeiçoamento do Sistema Carcerário do Estado de Goiás, sob a coordenação do 2° juiz-corregedor Carlos Magno Rocha da Silva, visitaram a comarca de Águas Lindas para conhecer os problemas da cadeia local, onde, há cinco dias, foi deflagrada greve de fome pelos presos. Eles reivindicam melhores condições carcerárias e, a partir da visita, o grupo pretende elaborar relatório com sugestões, que deverá ser encaminhado ao corregedor-geral da Justiça, desembargador Felipe Batista Cordeiro, e outras autoridades, além do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
O grupo de monitoramento foi instalado em Goiás pelos Atos Normativos 3 e 4 de 2009, em cumprimento à Resolução n° 96 do CNJ. Teve sua primeira reunião na semana passada, quando deliberou pela visita a Aguas Lindas, além de decidir pela criação de subcomissões temáticas para estudar problemas do sistema carcerário do Estado. Para Carlos Magno, “o grupo de monitoramento desempenhará um papel muito importante no aperfeiçoamento do sistema carcerário, com a legitimidade que lhe foi conferida pelo CNJ, destacando-se o projeto Começar de Novo”. (Texto de Patrícia Papini)
27/02/2010
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