|
|

|
Missão, Objetivos, Atividades, Contatos |
|

|
Breve história da Pastoral Carcerária |
|

|
Coordenação Ampliada da PCr |
|
|
PASTORAL CARCERÁRIA NACIONAL |
 |
MISSÃO Ser presença de Jesus Cristo e da Igreja Católica no cárcere e promover a valorização da dignidade humana.
OBJETIVO Levar o Evangelho de Jesus Cristo às pessoas privadas de liberdade e zelar para que os direitos humanos e dignidade humana sejam garantidos no sistema prisional.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS Levar o Evangelho de Jesus Cristo aos cárceres e colaborar para que os direitos humanos sejam garantidos, através de denúncias, bem como propostas de medidas de conciliação e paz; Conscientizar a sociedade para a difícil situação do sistema prisional; Promover a dignidade humana; Motivar a criação de políticas públicas que zelam pelo respeito aos Direitos Humanos.
ATIVIDADES Visita a todas as dependências prisionais: celas em geral, inclusão, celas de castigo, seguro, enfermaria etc; Diálogo com a sociedade a fim de promover uma consciência coletiva comprometida com a vida e a dignidade da pessoa humana. Participação em debates e de matérias na imprensa; Apoio jurídico e social às famílias de presos e presas; Acompanhamento de denúncias de violação de direitos humanos; entre muitas outras...
ESCRITÓRIO NACIONAL Praça Clóvis Bevilácqua, 351, Conj. 501 São Paulo – SP CEP: 01018-001 Tel: (11) 3101-9419 (11) 3101-9419 E-mail: pcr.n@uol.com.br
ASSESSORIA DE COMUNICACÃO Cel.: (11) 8529-6336 (11) 8529-6336 E-mail: imprensa@carceraria.org.br
|
| |
|
| |
|
| |
BREVE HISTÓRIA DA PCr |
 |
A Pastoral Carcerária nasceu com o próprio Jesus Cristo. Ele mandou que os cristãos visitassem os presos e Ele mesmo foi um preso. Depois dele, os apóstolos também foram presos, recebiam visitas e se correspondiam por cartas com os demais cristãos.
Essa solidariedade dos cristãos com os presos, que hoje chamamos de Pastoral Carcerária, nasceu com o próprio cristianismo e cresceu espontaneamente, pois onde existisse uma prisão, havia voluntários visitando os encarcerados.
No entanto, somente na Idade Média, a partir dos séculos XI e XII, nasceram grupos organizados para visitar e resgatar as pessoas encarceradas.
Com a expansão do número de cárceres, principalmente, após ascensão da prisão como principal forma de punição, a Pastoral Carcerária cresceu, uma vez que ela sempre se compôs de cristãos que se organizam e voluntarizam para o atendimento às pessoas privadas de liberdade.
No Brasil, embora a existência de grupos de visitação perda-se no tempo, a Pastoral Carcerária como serviço organizado da CNBB deu passos decisivos a partir de 1986, quando se realizou a primeira reunião nacional de que se tem notícia.
A partir de 1988 a coordenação nacional é criada e se iniciam contatos com organizações nacionais e internacionais, estes por meio do padre Chico, e passa a canalizar seus esforços para a contestação do sistema penitenciário e das violações dos direitos de presas e presas.
O massacre do Carandiru em 1992 abriu as veias do sistema penitenciário. A Pastoral Carcerária que já vinha apontando as frequentes brutalidades do sistema foi uma importante fonte de informação para aqueles que desconfiavam dos dados oficiais.
Com o lema: “Cristo Liberta de todas as Prisões”, a Campanha da Fraternidade sobre os presos de 1997 representou um marco na vida da Pastoral Carcerária, pois a partir daí houve extraordinária expansão da Pastoral Carcerária por todo o Brasil.
Durante as rebeliões de maio de 2006 acompanhou de perto os acontecimentos e apontou os equívocos de uma política estatal minimalista no reconhecimento dos direitos dos presos e maximalista na criminalização e repressão aos pobres.
Essa política de segurança pública repressiva e retributiva levou a Pastoral Carcerária a propor como tema da Campanha da Fraternidade de 2009 a segurança pública para trazer os cristãos e a sociedade em geral a assumir juntos o compromisso com a paz.
|
| |
|
| |
|
| |
COORDENAÇAO NACIONAL AMPLIADA
|
 |
Bispo responsável
Dom Pedro Luiz Stringhini
Bispo auxiliar da Região Belém, na Arquidiocese de São Paulo, e responsável pela Pastoral Carcerária junto à CNBB
|
| |
|
| |
|
|

|
Coordenador Nacional
Pe. Valdir João da Silveira Formado em Filosofia e Teologia, ordenou-se sacerdote em Santarém - PA (1988). Também cursou Formação Humana e Teologia, pela Universidade Católica do Paraná; Mestrado em Teologia Moral, pelo Instituto Alfonsianum de Ética Teológica; e Melhoria na Gestão Penitenciária para a Incorporação dos Diretos Humanos pela escola Kings College London - International Centre for Prison Studies. E-mail: valdirjoao@uol.com.br Tel: (11) 3151 4272 Fax: (11) 3237 3002
|
| |
|
| |
|
|

|
Vice-coordenadora Nacional Coordenadora para questão da mulher presa
Heidi Ann Cerneka Mestre em Teologia Pastoral, está no Brasil desde 1997 como missionária leiga na Pastoral Carcerária. E-mail: hcerneka@gmail.com Tel: (11) 8224 8245
|
| |
|
| |
|
 |
Assessor Nacional
Pe. Gunther Alois Zgubic Formado em Teologia, em Roma, vive no Brasil desde 1989. Trabalhou em favelas no Jardim Ângela, Capão Redondo, zona Sul de São Paulo e também com a população em situação de rua, no centro da cidade. E-mail: gzgubic@uol.com.br Tel: (11) 3313 5735
|
| |
|
| |
|
|

|
Assessor Jurídico
José de Jesus Filho Missionário da Congregação Oblatos de Maria Imaculada, Formado em direito pela Unesp em 1999. Cursou especialização em Criminologia pela Universidade Federal de Goiás. Atua na Pastoral Carcerária desde 1995. E-mail: jose@carceraria.org.br Tel/fax: (11) 3101 9419
|
| |
|
| |
|
 |
Macrorregião Norte
Ademir Silva Jornalista e Diácono Permanente da Igreja Católica. Também foi administrador da APAC – Belém por 6 anos. E-mail: diaconoademir@yahoo.com.br Tel: (91) 3279 0263 Cel: (91) 9941 7071
|
| |
|
| |
|
 |
Macrorregião Nordeste
Geraldo Soares Wanderley Professor, com Especialização em Educação Especial e em Psicopedagogia, foi diretor de escola e atualmente é coordenador da Fundação Estadual da Criança e do Adolescente no RN. Tem experiência com Direitos Humanos, violência doméstica e institucional e crianças e adolescentes em conflito com a Lei. Atua há 26 anos na Pastoral Carcerária. E-mail: pcarcerariane.rn@uol.com.br Tel: (84) 3421 3991
|
| |
|
| |
|
|

|
Macrorregião Centro-oeste
Manoel Luiz Tranquilino do Nascimento E-mail: tranquilino@terra.com.br Tel: (61) 3345 4297
|
| |
|
| |
|
|

|
Macrorregião Sudeste
Vera Lúcia Alves Atuou profissionalmente até 1994 com administração financeira, depois passou a atuar no Movimento Pela Vida, entidade ligada a outros movimentos e comissões de direitos humanos e promoção da paz. A partir de 1994 também passou a integrar a Pastoral Carcerária. E-mail: vlao@terra.com.br Tel/fax: (21) 2551 6107
|
| |
|
| |
|
|

|
Macrorregião Sul
Miguel Alcides Feldens Bacharel em Direito, com Especialização em Direito Canônico, atua diretamente nesta área na região de Lajeado (RS). É coordenador da região Macro-Sul e presidente do Conselho da Comunidade de Assistência ao preso de Lajeado. Faz Pastoral Carcerária há mais de 35 anos. E-mail: miguel@itrs.com.br Tel: (51) 3748 5806 Fax: (51) 3710 2329
|
| |
|
| |
|
| |
|
| |
|
|
|
|
|